Fazendo justiça

Lançado em 93, terceiro disco do RPM, traz um som mais pesado e influenciado pelo grunge.

Lançado em 93, terceiro disco do RPM traz um som mais pesado e influenciado pelo grunge.

No fim de março de 2010, em uma das reuniões com J.Júnior para planejar o que viria a ser este blog, uma das ideias que tinha em mente e estava presente nos meus rascunhos para possivelmente colocar em prática, era a de uma coluna chama “Fazendo justiça”, onde discos subestimados da música nacional e internacional seriam analisados; e o disco que abriria ela seria Paulo Ricardo & RPM, de 1993.

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Clássico Apetitoso

Logo no disco de estreia o Guns N´Roses conseguiu cravar seu nome na história da música mundial.

Os desafios enfrentados por uma banda de rock no começo, não são nada fáceis. Encontrar um baterista, guitarristas, baixista e vocalista ideais, a exaustiva rotina de ensaios, a falta de dinheiro, os primeiros shows que acontecem em locais precários e com equipamentos não muitos favoráveis ao som da banda, as primeiras composições próprias, conseguir um contrato com uma grande gravadora, gravar seu primeiro disco e enfim alcançar o sucesso.

Muitas bandas por ter esses percalços desistem de dar continuidade ao seu trabalho, outras até conseguem superá-los e conseguem alcançar certo sucesso, mas mesmo assim são desfeitas. Porém há aquelas que já nascem pré destinadas a ser mais do que uma banda de rock de sucesso, são verdadeiros monstros sagrados que mostram logo ao que veio e este é o caso de uma das maiores bandas de rock de todos os tempos: Guns N´Roses.

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