Potencial Desperdiçado

Jogo Vorazes

Mal saíram de cena o mega fenômeno Harry Potter, e a bomba atômica da saga Crepúsculo, e já no início de 2012 veio a franquia que preencheria a lacuna do público teen nos cinemas: Jogos Vorazes.

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Na Trave

Pixels

A se julgar pela premissa de Pixels (EUA, 2015), baseada no curta homônimo do francês Patrick Jean (lançado em 2010), o filme tinha tudo para se tornar o mais novo clássico da cultura pop: invasão alienígena, referências nostálgicas, trama non sense, uma trilha com potencial impactante, e o comando do genial Chris Columbus, diretor dos dois primeiros Harry Potter, dos dois primeiros Esqueceram De Mim, Uma Baba Quase Perfeita, e roteirista de Goonies e Gremlins (sim, se sua infância foi feliz, você deve muito a ele).

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O fim de uma era. O início de uma lenda.

Quem diria ou esperaria que aquele menino com uma cicatriz na testa e um par de óculos redondos iria passar tanto tempo – pra ser mais precisa, 10 anos – fazendo parte da vida de tantas pessoas? Aquele menino que vivia embaixo da escada da casa dos tios ou com as janelas do quarto fechadas por grades. Aquele menino que todo mundo conhecia por causa de sua história: o popular Harry Potter. O menino que cresceu – literalmente ou não – juntamente com sua legião de fãs, da qual me orgulho em fazer parte.

Na minha humilde opinião, J.K Rowling foi muito feliz na sua estrada “Potteriana”: é incrível a proporção que tudo isso tomou, seja através da leitura de suas histórias ou das adaptações para o cinema. Ontem ainda, após a sessão, eu conversava com o JJúnior perguntando: ­_ E agora? Qual será a próxima “logia” que vai conseguir tudo isso? (…)

Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2, diferentemente do que aconteceu nos outros filmes, já começa a todo vapor, com Você-Sabe-Quem (Ralph Fiennes) se apoderando da varinha das varinhas que pertencia a Dumbledorne (Michael Gambon) para enfim, depois de tantos anos de espera, se preparar para o grande e inevitável confronto.

Enquanto isso, os amigos Continuar lendo

Quando um filme quase estraga uma grande obra

Janeiro de 2003, férias e em uma tarde estava todo empolgado para ver o novo filme da saga Harry Potter, que em questão era:  Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban.

Minhas expectativas eram muito altas, pois o anterior (e a Câmara Secreta) eu tinha adorado, foi um dos poucos filmes onde não vi a hora passar, até hoje gosto de revê-lo e é o melhor filme da saga até agora, na minha humilde opinião.

Mas ao assistir o filme, a cada momento minha decepção aumentava mais e mais. O filme pra mim perto dos dois anteriores era muito parado, chato, fora que no final, não tinha a famosa batalha de Harry X Voldemort e aquela volta no tempo? Aquilo pra mim era uma puta falta de criatividade, uma espécie de cópia da fantástica saga (que irei fazer um futuro post) De Volta Para o Futuro.

Filme não foi uma adaptação à altura da obra.

E fiquei com a imagem errada e pré-concebida de que aquela era a pior história da saga Harry Potter, a que ficava aquém perante as demais.

Só que graças a uma fã e colega de van, Amanda (Lorão), minha visão perante essa parte da saga mudou e tive uma das melhores surpresas em minha vida, ao ler o livro.

Ao começar minha leitura, tinha em mente que o livro teria a difícil missão de apagar a má impressão deixada pelo filme, mas é ai que entram os méritos da escritora J.K. Rowling.

Livro traz leitura gostosa e envolvente.

O primeiro é o fato do livro ter textos muito bem escritos e elaborados, que fazem a leitura ficar mais envolvente e que a cada capítulo o leitor fica mais e mais envolvido com a história a ponto de não querer mais interromper sua leitura.

O segundo e o maior pra mim, é o de fazer a imaginação voar à mil, quando são descritos os fatos e lugares (muitos deles não presentes no filme) que estão presentes na história, a minha foi longe ao visualizar o campeonato de quadribol, a Firebolt, as aulas de Lupin, povoado de Hogsmeade (e a loja de doces Dedosdemel) e o grande encontro de Harry com Sirius Black, onde o último consegue provar sua inocência e que não ajudou Voldemort a matar os pais do garoto.

Até com a volta no tempo, presente no final da história, eu não impliquei tamanha era minha admiração e prazer proporcionado pelo livro.

Sei que uma adaptação para a telona não é nada fácil; e tem até a famosa frase clichê: “Se o filme fosse fiel à obra teria de ter de 3 a 6 horas de duração!” Realmente nessas adaptações são necessários um ritmo e linguagem diferentes, pois se trata de uma outra mídia, no caso cinema, que exige ajustes da obra.

Mas bem que nesse caso poderiam ter caprichado mais na adaptação de Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban e terem feito um grande filme, pois uma história fantástica os produtores tinham em mãos.

Agora no final do ano (em novembro) vem a primeira parte do final da saga nos cinemas, tomara que com o filme divido em dois, ela tenha uma finalização à altura! A obra merece e os fãs agradecem!