Muito além de um cadáver flatulento

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Um homem isolado numa ilha remota, a milhas, milhas e milhas de qualquer lugar, completamente desacreditado da vida, não vê outra alternativa para o seu destino: suicidar-se!
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O Belo Tributo a Huo Yuanjia

O Mestre das Armas

Chega a ser quase inimaginável que um dia a hoje poderosíssima China se sucumbiu ao domínio de impérios europeus e do Japão, com sua população sem um mínimo de autoestima e tendo a alcunha de “doente da Ásia”. Mas mais impressionante ainda foi a forma como país oriental conseguiu reverter o jogo, graças a um dos maiores nomes das artes marciais de todos os tempos: Huo Yuanjia.

Para homenagear a memória do grande mestre chinês, o astro Jet Li retornou a Xangai depois de uma longa temporada em Hollywood, e em associação com o diretor Ronny Yu, que também havia se aventurado em solo ianque e dirigido filmes como o patético Freddy VS Jason, lançou em 2006 O Mestre das Armas.

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Ficção-Científica Além Do Convencional

O Homem Duplo

Naves espaciais, carros voadores, telões em alta definição passando mensagens publicitárias, robôs, raio-laser, luzes neon, futuro distópico cyberpunk, corrida espacial e uma explosão de luzes psicodélicas são alguns dos ingredientes clássicos de grandes obras de ficção-científica.

Mas se há algo que chama bastante atenção em “O Homem Duplo” (EUA, 2006), além de sua técnica de filmagem, é o fato de trazer uma história que vai além dos elementos convencionais do gênero.

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Emprego dos Sonhos

Empire Records

Se por acaso um gênio da lâmpada viesse ao meu encontro, e dissesse que poderia me dar um emprego do mundo mágico do cinema e da música, certamente ficaria divido entre três opções: ser o dono da loja de Rob Gordon em “Alta Fidelidade”, estar no lugar do jovem Willian Miller (alter ego do diretor Cameron Crowe) em “Quase Famosos”, ou ser um dos funcionários da Empire Records (EUA, 1995).

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Conquistando com a simpatia

Goosebumps

É bem verdade que somente pelo trailer que demonstrava boas pitadas de Jumanji, Gremlins e uma pegada 80’s, motivos não faltavam para ir ao cinema conferir Goosebumps- Monstros e Arrepios (EUA, 2015). Mas o principal chamariz para o filme adaptado da obra de R.L. Stine é Jack Black.

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Resgatar o Matt Damon vale muito a pena, e com Ridley Scott no comando vale mais ainda.

Perdido em Marte

Não existe uma fórmula precisa que resulte um filme memorável, já que para ele alcançar o devido o status, uma série de fatores entra em cena; mas, parece que há uma infalível, contrariando essa ideia: missão de resgate + Matt Damon + um grande diretor no comando = FILMAÇO! E essa máxima se confirma no retorno de Ridley Scott ao gênero que o consagrou: Perdido Em Marte (The Martian, EUA, 2015).

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Encerrando com competência

Homem Formiga

Se há dez anos a idealização de um filme do Homem-Formiga (EUA, 2015) poderia soar como ridícula e arriscada, hoje a Marvel pode se orgulhar de ter mais uma grata surpresa no seu universo cinematográfico.

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Fechando com chave de ouro (por enquanto)

Jurassic World

Demorou, mas, após longos vinte dois anos após a estreia do clássico jurássico imortal de Steven Spielberg, e catorze depois de sua terceira e (até então) ultima incursão nos cinemas, finalmente Jurassic Park ganha sua tão merecida e digna sequencia em Jurassic World (EUA, 2015).

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Quem dera se todos os blockbusters fossem iguais a Kingsman

Kingsman_poster

Se você é daqueles (as) que não vê um filme por seu apelo comercial, e só aprecia os que são de “arte pela arte”, sinto lhe informar que está perdendo a grande chance de conferir uma das maiores gratas surpresas dos últimos anos, e o primeiro grande pipocão de 2015: Kingsman- Serviço Secreto (EUA, Reino Unido, 2015).

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Nem abacaxi. Nem Coca.

Sniper Americano

Se você pertence ao grupo que ao se deparar com Sniper Americano (EUA, 2014), já o inclui na lista negra de filmes “Não Quero Ver” por ser mais um filme para exaltar o patriotismo norte-americano que irá alienar milhões, ou até mesmo sob o argumento de “exaltar a violência”, sinto lhe informar que está perdendo a chance de ver um dos casos mais interessantes do Oscar 2015 e da grandiosa filmografia de Clint Eastwood.
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