O Belo Tributo a Huo Yuanjia

O Mestre das Armas

Chega a ser quase inimaginável que um dia a hoje poderosíssima China se sucumbiu ao domínio de impérios europeus e do Japão, com sua população sem um mínimo de autoestima e tendo a alcunha de “doente da Ásia”. Mas mais impressionante ainda foi a forma como país oriental conseguiu reverter o jogo, graças a um dos maiores nomes das artes marciais de todos os tempos: Huo Yuanjia.

Para homenagear a memória do grande mestre chinês, o astro Jet Li retornou a Xangai depois de uma longa temporada em Hollywood, e em associação com o diretor Ronny Yu, que também havia se aventurado em solo ianque e dirigido filmes como o patético Freddy VS Jason, lançou em 2006 O Mestre das Armas.

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Resgatar o Matt Damon vale muito a pena, e com Ridley Scott no comando vale mais ainda.

Perdido em Marte

Não existe uma fórmula precisa que resulte um filme memorável, já que para ele alcançar o devido o status, uma série de fatores entra em cena; mas, parece que há uma infalível, contrariando essa ideia: missão de resgate + Matt Damon + um grande diretor no comando = FILMAÇO! E essa máxima se confirma no retorno de Ridley Scott ao gênero que o consagrou: Perdido Em Marte (The Martian, EUA, 2015).

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Os ideais são pacifistas, a história é violenta

Corações de Ferro

O título que abre este post é apenas uma das várias frases de efeito, e que leva o espectador a reflexão, ao longo de Corações de Ferro (EUA, 2014), mais novo registro cinematográfico da 2º Guerra Mundial.

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Megalomania que quase funciona

Interestellar

Tendo obras que engloba problema de memória, traições no mundo da magia, a ciência do sonho, e o fantástico renascimento artístico do homem-morcego, Christopher Nolan não precisa provar mais nada para ninguém de que é um dos maiores cineastas de sua geração.

A confiança no diretor é tanta, que os fãs mais ardorosos já criaram a alcunha: “In Nolan We Trust”. Essa condição de prestígio permitiu que fosse possível a realização de sua incursão no universo da ficção científica: Interestelar (Interestellar, 2014).
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Pegada 80

Guardiões-da-Galáxia

Dentre as reclamações que ouço e leio de cinéfilos saudosistas dos anos 80 e 90, e que também faço, é a de que faltam nos filmes hoje roteiros que privilegiem uma boa história que nos faça querer vê-lo mais e mais.

É engraçado que um dos últimos grandes fenômenos do cinema pipocão, que conseguiu resgatar bem esses elementos e se tornar um novo clássico imediato, venha de uma turma pouco conhecida da Marvel: Guardiões da Galáxia.

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Ganhou pela emoção

12 Anos De Escravidão

Há um bom tempo a Academia vem dando munição para os xiitas de plantão que criticam a maior premiação do cinema mundial, principalmente no quesito melhor filme, onde na opinião não só desde grupo, mas também de alguns cinéfilos, o Oscar já deixou de ser um parâmetro de qualidade.
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