Nem todo remake é um pesadelo

Scarface

O simples fato de se falar a palavra remake, pode causar os mais tenebrosos pesadelos de tirar o sono de milhões de cinéfilos ao redor do planeta, ainda mais numa era onde Hollywood parece ter deixado a sua criatividade enterrada em décadas passadas.

Porém, toda regra tem as suas exceções, e se há um caso clássico de que um remake pode cair bem para um filme, este se aplica perfeitamente em Scarface (EUA, 1983).

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Simplesmente Clássico

Os Aventureiros do Bairro Proibido

A lista de filmes que carregam a inevitável associação com a Sessão da Tarde é bastante extensa: A Lagoa Azul, Curtindo a Vida Adoidado, Clube Dos Cinco, O Grande Dragão Branco, O Último Dragão, Karatê Kid, Riquinho, Conta Comigo, Corra Que a Polícia Vem Aí, Mulher Nota 100, e dentre eles o grande clássico do cineasta e músico John Carpenter, Os Aventureiros Do Bairro Proibido (EUA, 1986).
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Pacino Vs. De Niro

Fogo Contra Fogo

De um lado do ringue, o filho de Don Corleone, que manda os inimigos dizer olá para seu pequeno amigo, que já foi a encarnação do tinhoso: Al Pacino. Do outro, o taxista mais icônico de Nova Iorque, que já enfrentou Sylvester Stallone, e grande ícone dos filmes de gângsteres: Robert De Niro.
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O Grande Clássico Imortal De Van Damme

O-Grande-Dragão-Branco

Sabe aquele filme que reprisa zilhões de vezes na Sessão da Tarde, Corujão, foi um clássico absoluto de uma década, milhares e milhares de pessoas viram, mas menos você? Pois é, este era meu caso com o icônico filme de 1988 do astro belga Jean-Claude Van Damme: O Grande Dragão Branco.

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Valeu a pena esperar

Star Wars O Despertar Da Força

O terreno preparado para o tão aguardado lançamento de Star Wars- O Despertar Da Força era bastante perigoso; depois de dois trailers bem montados, que deixaram os fãs em êxtase, um certo ar de “já ganhou” entrou em campo.

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Só um grande nome não basta

O-Exterminador-do-Futuro-Gênesis poster

Se fosse concedida a mim a chance de voltar no tempo 12 anos, um dos alertas que daria ao pré-adolescente Lucas de 13 anos ainda em estado de êxtase por ter tido seu primeiro contato com a obra-prima Exterminador do Futuro- O Julgamento Final era a de que justamente dessa franquia viria um dos momentos de maior raiva e decepção já vividos por ele numa sala escura do cinema.

Certamente o jovem iria achar aquilo um absurdo, e mandaria um sonoro “vá se foder!”. Ah, pobre padawan, não sabe que estaria desperdiçando um conselho de ouro para não se sujar com tamanha inundação de estrumes vinda da grande decepção cinematográfica dos últimos tempos: Exterminador do Futuro- Gênesis (EUA,2015).

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Disco Símbolo

Destroyer

Com uma extensa e rica discografia, fica difícil escolher um álbum para simbolizar uma carreira como a do Kiss; sabe aquele papo do pai e a mãe que não consegue eleger o filho favorito numa numerosa família? Pois é.

Mas, se tem uma obra prima dos quatro caras de rostos pintados de Nova Iorque que merece ser focada para fazer o debut do grupo aqui no blog, não tem como ser outra escolha: Destroyer.

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Patrimônio musical da humanidade

Buena Vista Social Club

Independentemente se sua visão for de esquerda, direita, cruzada, linhas paralelas que se cruzam em Belém do Pará, a favor ou contra quem usa camisetas com estampa daquele famoso revolucionário com ares de “messias latino”, um fato é incontestável: uma das maiores joias musicais de todos os tempos estava perdida em Cuba.

A evidência mor dessa afirmação está registrada no belíssimo documentário do prestigiado cineasta alemão Win Wenders: Buena Vista Social Club.

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Escolha a vida

Choose Life

Escolha a vida. Escolha um emprego. Escolha uma carreira. Escolha uma família. Escolha uma televisão enorme. Escolha máquinas de lavar, carros, CD players e abridores de latas elétricos. Escolha saúde, colesterol baixo e seguro dentário. Escolha uma hipoteca a juros fixos. Escolha sua primeira casa. Escolha seus amigos. Escolha roupas esportes e malas combinando. Escolha um terno entre uma variedade de tecidos. Escolha fazer concertos em casa e pensar na vida domingo de manhã. Escolha sentar-se no sofá vendo games shows chatos na TV comendo porcaria. Escolha apodrecer no final, numa casa miserável, tornando-se uma total vergonha para os filhos egoístas que pôs no mundo para substituí-lo. Escolha seu futuro. Escolha sua vida.  Eu escolhi não escolher uma vida, eu escolhi outra coisa. E a razão? Não há razões. Quem precisa de motivos quando se tem heroína?

Com esse discurso rasgado e impactante, narrado em off por Ewan McGregor, que somos apresentados a um dos grandes clássicos cult dos anos 90, responsável por catapultar não só a carreira do ator, como também a do diretor Danny Boyle: Trainspotting.
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Pegada 80

Guardiões-da-Galáxia

Dentre as reclamações que ouço e leio de cinéfilos saudosistas dos anos 80 e 90, e que também faço, é a de que faltam nos filmes hoje roteiros que privilegiem uma boa história que nos faça querer vê-lo mais e mais.

É engraçado que um dos últimos grandes fenômenos do cinema pipocão, que conseguiu resgatar bem esses elementos e se tornar um novo clássico imediato, venha de uma turma pouco conhecida da Marvel: Guardiões da Galáxia.

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