A beleza dos gestos singelos

O Fabuloso Destino de Amélie Poulain

Cenas arrastadas, papo cabeça, trama rocambulesca, romance, tristeza e músicas melosas; se essa é a imagem que você tem de cinema europeu, então talvez seja mais do que a hora de rever esse conceito, e uma boa pedida é um dos primeiros filmes “feeling good” dos anos 2000: O Fabuloso Destino de Amélie Poulain (França, 2001).

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Só um grande nome não basta

O-Exterminador-do-Futuro-Gênesis poster

Se fosse concedida a mim a chance de voltar no tempo 12 anos, um dos alertas que daria ao pré-adolescente Lucas de 13 anos ainda em estado de êxtase por ter tido seu primeiro contato com a obra-prima Exterminador do Futuro- O Julgamento Final era a de que justamente dessa franquia viria um dos momentos de maior raiva e decepção já vividos por ele numa sala escura do cinema.

Certamente o jovem iria achar aquilo um absurdo, e mandaria um sonoro “vá se foder!”. Ah, pobre padawan, não sabe que estaria desperdiçando um conselho de ouro para não se sujar com tamanha inundação de estrumes vinda da grande decepção cinematográfica dos últimos tempos: Exterminador do Futuro- Gênesis (EUA,2015).

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