O Caldeirão Mágico Esquecido

Pavões Misteriosos

Por que tantos discos clássicos, artistas talentosíssimos como Raul Seixas, Secos & Molhados, Novos Baianos, Guilherme Arantes, Rita Lee (fase solo), Zé Ramalho, Fagner, Ednardo, Odair José, As Frenéticas, entre outros, foram lançados nos anos 70? E por que no período entre a era de ouro do rádio nacional até os anos 60 com a Bossa Nova e o Tropicalismo, até o estouro do Brock dos anos 80, falta uma quantidade considerável de livros sobre ele?

Foi tentando buscar respostas para essas perguntas, e visando preencher essa lacuna na bibliografia musical nacional, que o renomado jornalista André Barcinski lançou em agosto de 2014 seu quinto livro: Pavões Misteriosos.

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A Disneylândia do Headbanger

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Elvis Presley, Beatles, Rolling Stones, Cream, The Doors, Jimi Hendrix, Led Zeppelin, Janis Joplin, Steppenwolf, Cream; encontrar um lugar para comprar um disco destas grandes lendas para um fã tupiniquim apaixonado por rock, numa era bem distante da internet, era a mesma sensação que uma criança de 10 anos tem quando adentra na Disney.

Em 1978, esse sofrimento seria amenizado, com aquela que viria a se tornar a Disneylândia do Headbanger: Woodstock Discos. Inaugurada pelo apaixonado por rock n’ roll e colecionador dedicado Walcir Chalas, a loja começou a funcionar na Rua José Bonifácio, nº 176, loja 16, São Paulo capital.

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Resgatar o Matt Damon vale muito a pena, e com Ridley Scott no comando vale mais ainda.

Perdido em Marte

Não existe uma fórmula precisa que resulte um filme memorável, já que para ele alcançar o devido o status, uma série de fatores entra em cena; mas, parece que há uma infalível, contrariando essa ideia: missão de resgate + Matt Damon + um grande diretor no comando = FILMAÇO! E essa máxima se confirma no retorno de Ridley Scott ao gênero que o consagrou: Perdido Em Marte (The Martian, EUA, 2015).

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Nós Conseguimos O Melhor

A banda mais quente do planeta!

A banda mais quente do planeta!

Uma dúvida que pairava em minha mente, e creio que na de alguns fãs, antes do show do Kiss começar era: “Será que a voz do Paul Stanley, comprometida pelos seus 63 anos, irá tirar o brilho do espetáculo?”.

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Disco Símbolo

Destroyer

Com uma extensa e rica discografia, fica difícil escolher um álbum para simbolizar uma carreira como a do Kiss; sabe aquele papo do pai e a mãe que não consegue eleger o filho favorito numa numerosa família? Pois é.

Mas, se tem uma obra prima dos quatro caras de rostos pintados de Nova Iorque que merece ser focada para fazer o debut do grupo aqui no blog, não tem como ser outra escolha: Destroyer.

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Menos Off. Mais Som.

Tim Maia

É inegável que falta uma cinebiografia de grandeza na trajetória das produções verde-amarelas; mesmo com algumas boas e ótimas tentativas, nenhuma delas conseguiu o feito de estar a altura de seu biografado com uma narrativa que saiba equilibrar os aspectos positivos e negativos do mesmo.

Mas, eis que surge a oportunidade de ouro para romper essa escrita: o mito da soul music brasileira, dono de um talento e poder vocal incrível, de personalidade forte, carismático e síndico do Brasil ganha seu registro na tela do cinema: Tim Maia.
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Pegada 80

Guardiões-da-Galáxia

Dentre as reclamações que ouço e leio de cinéfilos saudosistas dos anos 80 e 90, e que também faço, é a de que faltam nos filmes hoje roteiros que privilegiem uma boa história que nos faça querer vê-lo mais e mais.

É engraçado que um dos últimos grandes fenômenos do cinema pipocão, que conseguiu resgatar bem esses elementos e se tornar um novo clássico imediato, venha de uma turma pouco conhecida da Marvel: Guardiões da Galáxia.

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Oferta Irrecusável

O Poderoso Chefão

A oferta era realmente irrecusável, e nem era necessário um gângster apontar um revólver na cabeça para poder aceitá-la de forma “amigável”: assistir numa sessão corujão no sábado as cinco pra meia-noite, o clássico imortal O Poderoso Chefão na telona.
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A chance é alta

Trapaça

Há um bom tempo não se via uma disputa tão acirrada pelo Oscar de melhor filme, a ponto de dividir a opinião da crítica: alguns acham que a estatueta dourada vai para a poesia espacial de Gravidade, outros dão como certo o genial e ousado O Lobo De Wall Street, e uma parcela torce pelo heroico Capitão Philips.
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Nostalgia que diverte

Ajuste de Contas

É curioso notar que por mais diferente que sejam os estilos e as trajetórias de Sylvester Stallone e Robert De Niro, ambos possuem pontos em comum que criam uma espécie de “laço” entre eles: estouraram na década de 70, fizeram filmes clássicos com a figura do pugilista como protagonista, ganharam estatuetas do Oscar por eles e são conhecidos por não terem medo de ousar na escolha de seus papeis.
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