Go Go Power Rangers!

Power Rangers

A notícia de que os Power Rangers, versão ianque dos icônicos tokusatu que estourou nos anos 90, irá ganhar um novo filme e virar uma franquia, foi para muitos tão catastrófica como o fato de uma mega bomba nuclear ter caído do céu e dizimado meio planeta Terra; irritou (com razão) o fãs que enxergam uma oportunidade picareta de produtores ganharem uns bons trocados em cima dessa onda nostálgica que inunda a cultura pop nos últimos anos.

Tendo tantos indícios de que algo desastroso está por vir, é possível ter nem que seja um pingo de esperança com essa novidade, não tão nova assim? Deixando toda saudade gostosa da infância pra trás, e sendo bem realista, por incrível que pareça, a resposta é sim!

Sim meus caros, podemos nos animar e pensar positivamente com os novos caminhos que os Rangers terão pela frente, e fatores que mostram e validam isso é o que não falta.

O divertido filme de 95 já aponta um caminho interessante.

O divertido filme de 95  já aponta um caminho interessante.

Primeiramente, vamos pegar o filme de 95 que, por mais que parecesse um capítulo estendido e um tanto quanto tedioso da tevê (mas não menos que divertido), tinha uma premissa interessante, com a história da libertação do temível vilão Ivan Ooze, que libera uma substância gelatinosa que aliena as pessoas.

Caso a ideia tivesse sido mais explorada e trabalhada poderia render uma obra interessante que poderia ultrapassar a barreira do “mero produto de entretenimento para crianças”.

E hoje, com tanto aparato tecnológico, diretores, roteiristas, atores e efeitos especiais de ponta na praça, a chance de sair um trabalho decente e melhor do que já saiu, é muito, mas muito alta.

Quer um exemplo simples e direto disso que estou escrevendo? Círculo de Fogo!

Mas há um porém em toda essa modernidade: é necessário um espaço considerável e equilibrado para a tosqueira. Afinal de contas, um dos maiores baratos da série e do filme também, era aquele lance de faíscas saindo dos uniformes dos heróis ao invés de sangue, as explosões exageradas, lutas demasiadamente coreográficas e os robôs e monstros gigantes que destruíam o cenário.

Portanto, basta uma boa ideia, que consiga aliar o lado high tech X o cult trash, e uma boa equipe de produção por trás do projeto, para que tenhamos motivos para comemorar quando formos conferir as novas aventuras dos escolhidos de Zordon nas telonas.

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