Bastardos Inglórios

Sou suspeito para falar de Tarantino, mas vamos lá, falar deste filme o qual comecei a ver no final de 2010 e terminei no inicio de 2011. Sou acompanhante de Historia e temática Nazista, tenho livros e etc… Acho que quem gosta de Psicologia e Propaganda curte estudar sobre o tema. Faça uma soma, temática nazista + estilo Tarantino + ótimos personagens = melhor de todos, TODOS…

“Durante a Segunda Guerra, na França ocupada pelo exército alemão. Alguns Judeus sem regras querem fazer o mesmo que seu segmento sofreu ou até pior contra os Nazistas, conhecido pelo inimigo como “Os Bastardos”, o grupo de Aldo (Brad Pitt) vão cada vez mais fortificando seu nome até que aparece uma oportunidade de chegar até os líderes do Terceiro Reich.”

Christoph Waltz (Hanz “O Caçador de Judeus”) fez uma das melhores atuações que já vi, ficou muito foda! O filme em minha opinião é o top tenso do diretor, muito imprevisível, impossível não ficar desesperado ao ver a historia a qual tem bons diálogos, que  me faz amar cada vez mais em filmes e em quadrinhos, ficou muito foda!

Mas temos que pensar que o filme é uma ficção, como Senhor dos Anéis, Star Wars, etc… Pois todos sabem que os Judeus não conseguiram fazer nada contra o Nazismo, além de morrer é claro, e os Americanos não o Bigodinho, quem detonou o Hitler, olhe em livros e etc, Foram os Russos. O Rambo não existe, coloquem isso na sua cachola. Enfim o filme tem uma ótima proposta, muito foda, impossível não gostar.

Título Original:
Inglorious Basterds.
Origem:
Estados Unidos / Alemanha / França, 2009.
Direção:
Quentin Tarantino.
Roteiro:
Quentin Tarantino.
Produção:
Lawrence Bender.
Fotografia:
Robert Richardson.
Edição:
Sally Menke.

Nota de J. Júnior: “Se o texto acima ou outro que escrevi conter algum excesso, erro ou fato não verídico, minhas desculpas e parabéns pelo olho. Mas você pode perdê-lo.”


4 comentários em “Bastardos Inglórios

  1. Também sou suspeito pra falar do mestre Tarantino, mas realmente Bastardos Inglórios é um filmaço!
    A atuação de Christoph Waltz como o “caçador de judeus” é FANTÁSTICA! digna de Oscar! Gostei muito também do Brad Pitt como o líder do exército de anti nazizstas que dá título à obra.
    A trilha sonora como não podia deixar de ser é magnífica, o que já é uma clássica tradição nos filmes do mestre!
    Mas o grande trunfo pra mim de Tarantino no filme é ter colocado uma das mulheres mais belas desse planeta em cena: Mélanie Laurent! Que também dá um show de interpretação como a dona de cinema parisense Shoshana.
    Fãs da sétima arte e principalmente do grande mestre Tarantino este é um filme essencial! Não deixem de ver!
    Ps: Aos que gostam de realidade no cinema, só digo duas coisas: Quer ver realidade intão vai ver o Jornal Nacional; e não curte filme com ideias criativas e fabulosas? Intão definitivamente passa longe mas longe mesmo desta execelente obra!

  2. Tem um tempão que eu quero comentar esse post, mas antes tarde do que nunca não verdade?
    Como o nosso amigo Lucas Avila disse no seu comentário somos todos suspeitos pra falar do mestre Tarantino e ai de alguém que questionar a sua genialidade.
    Um dos mais célebres diálogos do cinema contemporâneo que já vi na minha vida ocorre no começo do filme, entre o coronel nazista Hans Landa e o camponês Perrier LaPadite. A tensão nesse momento do filme ultrapassa as barreiras do senso psicológico.
    Só posso dizer que essa obra é um épico pós moderno, uma obra prima da sétima arte, enfim parafrasiando Alexandre Milagres “É foda! Muito foda!”

  3. Tem um tempão que eu quero comentar esse post, mas antes tarde do que nunca não verdade?
    Como o nosso amigo Lucas Avila disse no seu comentário somos todos suspeitos pra falar do mestre Tarantino e ai de alguém que questionar a sua genialidade.
    Um dos mais célebres diálogos do cinema contemporâneo que já vi na minha vida ocorre no começo do filme, entre o coronel nazista Hans Landa e o camponês Perrier LaPadite. A tensão nesse momento do filme ultrapassa as barreiras do senso psicológico.
    Só posso dizer que essa obra é um épico pós moderno, uma obra prima da sétima arte, enfim parafraseando Alexandre Milagres “É foda! Muito foda!”

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